terça-feira, 7 de outubro de 2014

O planeta Facebook



Quero te convidar para conhecer o planeta Facebook. Nesse planeta - muito diferente da Terra - há apenas pessoas de bem com a vida, prestativas, solidárias, que defendem a causa de respeito aos animais. Nesse planeta, somente há honestidade e solidariedade; não há incitações ao ódio, muito menos apoio à corrupção.

Nesse planeta, todos são amorosos um com o outro e apenas querem o bem do seu semelhante. Nesse planeta, todos são amigos, sinceros e verdadeiros. Na verdade, o planeta Facebook é quase um paraíso, porque é um lugar onde todos gostariam de conviver...

Sim, esse meu post é sarcástico, mas apenas para ressaltar quanta hipocrisia há no Facebook. Nas redes sociais, todos são honestos e afirmam que são contra todo tipo de ilegalidade, mas na vida real, gostam de furar filas, passar a frente dos outros, falar mal dos amigos, maltratar a família, não dar atenção aos pais, etc, etc, etc.

Na vida real, muitos cometem pequenos delitos, que não são considerados crimes, mas não divulgam isso no Facebook apenas para manter uma aparência de bacana. Se todos fossem na vida real como se comportam no planeta Facebook, provavelmente, o mundo seria um lugar muito melhor de se conviver.

Do que adianta o usuário seguir etiqueta nas redes sociais, como as dicas desse link, por exemplo, mas na vida real, essa etiqueta não é a mesma? Do que adianta ser uma pessoa super bacana nas redes sociais, que promove a honestidade, mas na vida real confecciona uma carteirinha falsa para pagar meia entrada?

E agora, que estamos em época de eleição, do que adianta cobrar honestidade dos políticos, se você pratica atos desonestos (mesmo que de baixa gravidade) no seu dia a dia? A mudança no Brasil e no mundo que queremos começa em nós mesmos. E como diria Dalai Lama: "Ser honesto para consigo e para com os outros a respeito daquilo que se é ou não capaz de fazer, reduz a nada os sentimentos ligados à falta de confiança".


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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Como perder peso e ficar feliz consigo mesma



Há exatos 33 dias eu iniciei uma dieta um tanto quanto restritiva e dolorosa para mim que sempre gostei de comer bem. A dieta é desintoxicante e você passa inicialmente por um período de três dias nos quais você acha que vai morrer e não vai conseguir ir até o fim. Eu consegui, aos trancos e barrancos, mas consegui e hoje sigo firme na segunda etapa da dieta.

Em um mês, eu perdi 4,5 kg, passando de 68 kg para 63,5; mas o mais surpreendente foi que apenas na cintura, eu perdi 9 cm! Uma perda e tanto. Não vou aqui falar da dieta, pois cada pessoa reage de forma diferente e é bom ter acompanhamento nutricional, mas o mais importante é o foco que você precisa ter para conseguir emagrecer.

Eu me olhava no espelho e apesar de não estar muito gorda (tenho 1,62 e pesava 68 kg, IMC de 25,91 e portanto, considerada acima do peso) eu me sentia muito mal. Sentia que estava perdendo um pouco da minha autoestima por não estar no corpo que sempre almejei. Portanto, não adianta que outros queiram que você emagreça ou que você queira emagrecer para agradar o parceira ou parceira. Esse processo deve ser iniciado por amor a si mesma, caso contrário não dará certo.

Quando comecei a ver resultados, me senti mais forte para continuar, hoje consigo recusar muito bem um pedaço de pudim sem sofrimento, pois sei o que passei até aqui e que a perda de peso, apesar de parecer pouca, já fez bastante diferença. Minhas calças estão largas e o cinto se tornou meu fiel companheiro.

Minha dica é: só inicie uma dieta se realmente estiver disposta a sacrificar por si mesma e querer realmente emagrecer, caso contrário, você ficará naquele longo processo do efeito sanfona que só fará mal a sua saúde.



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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Para puritanos justiceiros do Facebook...

O dançarino DG e a filha Laylla,  de 4 anos (Foto: Reprodução/TV Globo)

Muito tem se falado nos últimos dias sobre as circunstâncias da morte do dançarino Douglas Rafael da Silva Pereira, conhecido como DG. Tenho visto pelo Facebook fotos antigas onde o dançarino aparece próximo a pessoas consideradas “suspeitas” e por conta disso, não são poucos os comentários, como: “Ah, mas ele tinha envolvimento com o tráfico”, “se estava correndo, devia alguma coisa”, “era amigo de bandido”, ou postagens similares. 

Em primeiro lugar, as investigações vão apontar de onde partiu a bala que matou o dançarino e espero que os culpados sejam punidos. Mas o mais importante nesse caso é a hipocrisia que muitas pessoas têm em serem juízes de casos onde elas não conhecem a vítima de fato. 

É muito fácil falar da vida alheia, mas se fosse um irmão seu, como reagiria? Você seria capaz de a sangue frio afirmar que ele mereceu a morte? Que por ser “amigo” de bandidos, sua morte é justificada?
Passado podre todos nós temos e ninguém tem o direito de tirar a vida alheia. Então, antes de julgar sem conhecer, pense em como você gostaria de ser tratado, caso essa mesma tragédia acontecesse com aquele que você ama. 

Essa onda de justiça com as próprias mãos ou com a própria “língua”, onde as pessoas julgam e falam o que bem entendem não terá um bom caminho. Em um mundo onde a vingança, a revolta momentânea, a rebeldia e a justiça a qualquer custo estão imperando, sinceramente me dão medo. Será que as pessoas pretendem voltar à época medieval, onde se fazia justiça com as próprias mãos e a lei do olho por olho, dente por dente prevalecia?

Em que momento, a sociedade atual perdeu seu senso de amor ao próximo e as pessoas ficam felizes com a morte do outro (seja ele culpado ou não)? A mãe do dançarino DG merecia ver o filho morrer tão jovem? É claro que não, mas para alguns puritanos justiceiros do Facebook, a morte dele é justificável já que tinha “amigos” ligados ao tráfico. 

Espero sinceramente que a polícia investigue seriamente de onde partiu o tiro que matou o dançarino, mas ainda mais importante, que os culpados sejam punidos conforme a lei. Que Deus conforte a família do Douglas!


sábado, 26 de abril de 2014

Bilhete a um candidato



“Olhe aqui, Rubem. Para ser eleito vereador, eu preciso de três mil votos. Só lá no Jockey, entre tratadores, jóqueis, empregados e sócios eu tenho, no mínimo mesmo, trezentos votos certos; vamos botar mais cem na Hípica, Bem, quatrocentos. Pessoal de meu clube, o Botafogo, calculando com o máximo de pessimismo, seiscentos. Aí já estão mil.

“Entre colegas de turma e de repartição contei, seguros, duzentos; vamos dizer, cem. Naquela fábrica da Gávea, você sabe, eu estou com tudo na mão, porque tenho apoio por baixo e por cima, inclusive dos comunas; pelo menos oitocentos votos certos, mas vamos dizer, quatrocentos. Já são mil e quinhentos.

“Em Vila Isabel minha sogra é uma potência, porque essas coisas de igreja e caridade tudo lá é com ela. Quer saber de uma coisa? Só na Vila eu já tenho a eleição garantida, mas vamos botar: quinhentos. Aí já estão, contando miseravelmente, mas mi-se-ra-vel-men-te, dois mil. Agora você calcule: Tuizinho no Méier, sabe que ele é médico dos pobres, é um sujeito que se quisesse entrar na política acabava senador só com o voto da zona norte; e é todo meu, batata, cem por cento, vai me dar pelo menos mil votos. Você veja, poxa, eu estou eleito sem contar mais nada, sem falar no pessoal do cais do porto, nem postalistas, nem professoras primárias, que só aí, só de professoras, vai ser um xuá, você sabe que minha mãe e minha tia são diretoras de grupo. Agora bote choferes, garçons, a turma do clube de xadrez e a colônia pernambucana como é que é!

“E o Centro Filatelista? Sabe quantos filatelistas tem só no Rio de Janeiro? Mais de quatro mil! E nesse setor não tem graça, o papai aqui está sozinho! É como diz o Gonçalves: sou o candidato do olho-de-boi!

“E fora disso, quanta coisa! Diretor de centro espírita, tenho dois. E o eleitorado independente? E não falei do meu bairro, poxa, não falei de Copacabana, você precisa ver como ela em casa, o telefone não pára de tocar, todo mundo pedindo cédula, cédula, até sujeitos que eu não vejo há mais de dez anos. E a turma da Equitativa? O Fernandão garante que só lá tenho pelo menos trezentos votos. E o Resseguro, e o reduto do Goulart em Maria da Graça, o pessoal do fórum… Olhe, meu filho, estou convencido de que fiz uma grande besteira: eu devia ter saído era para deputado!”

Passei uma semana sem ver meu amigo candidato; no dia 30 de setembro, três dias antes das eleições, esbarrei com ele na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, todo vibrante, cercado de amigos; deu-me um abraço formidável e me apresentou ao pessoal: “este aqui émeu, de cabresto!”

Atulhou-me de cédulas.

Meu caro candidato:

Você deve ter notado que na 122ª seção da quinta zona, onde votei, você não teve nenhum voto. Palavra de honra que eu ia votar em você; levei uma cédula no bolso. Mas você estava tão garantido que preferi ajudar outro amigo com meu votinho. Foi o diabo. Tenho a impressão de que os outros eleitores pensaram a mesma coisa, e nessa marcha da apuração, se você chegar a trezentos votos ainda pode se consolar, que muitos outros terão muito menos do que isso. Aliás, quem também estava lá e votou logo depois de mim foi o Gonçalves dos selos.

Sabe uma coisa? Acho que esse negócio de voto secreto no fundo é uma indecência, só serve para ensinar o eleitor a mentir: a eleição é uma grande farsa, pois se o cidadão não pode assumir a responsabilidade de seu próprio voto, de sua opinião pessoal, que porcaria de República é esta?

Vou lhe dizer uma coisa com toda franqueza: foi melhor assim. Melhor para você. Essa nossa Câmara Municipal não era mesmo lugar para um sujeito decente como você. É superdesmoralizada. Pense um pouco e me dará razão. Seu, de cabresto, o Rubem.


Crônica de Rubem Braga

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Será que vai dar certo?



Todos nós, em algum momento da vida, passamos por situações onde achamos que estamos em um túnel escuro, frio e vazio, sem enxergarmos o fim. Mas o que fazer nesse momento? Se desesperar? Chorar? Se esconder?

Essas podem ser opções que podem ajudar a aliviar a dor e o estresse, mas para sermos bem realistas, elas não mudam a situação. Também não vamos negar que chorar e desabafar com amigos nos ajuda a restabelecer laços e reconquistar nossa confiança. Mas vale lembrar que ficar parado somente pensando no que fazer não é suficiente.

"Ter esperança não significa ficar “deitado eternamente em berço esplêndido”, (...) mas sim, termos esperança de que tudo vai mudar."

Há momentos em que é necessários agir. Mudar paradigmas. Tecer outra história. Reescrever nossas metas. Contar outros contos. E essas mudanças nos planos e estratégias que nos ajudam a seguir em frente.

Na verdade, esperança é a palavra de ordem. Quando a gente perde a esperança, perde tudo. Como já dizia Charles de Gaulle, “o fim da esperança é o começo da morte.” Ter esperança não significa ficar “deitado eternamente em berço esplêndido”, como parece nos instruir o Hino Nacional Brasileiro, mas sim, termos esperança de que tudo vai mudar.

Quando fazemos a nossa parte, o universo conspira a nosso favor para nos ajudar a mudar aquela situação. E aquele túnel que parecia não ter mais fim, finalmente acaba e podemos enxergar nossos planos e metas se realizando. Então, tenha fé, confie e siga em frente! Seu sucesso só depende de você!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Salto alto pode comprometer as varizes?




Qual é a mulher não resiste ao salto alto? Afinal, ele é responsável por deixar a silhueta elegante, as pernas com aparência de mais torneadas e as baixinhas mais altas. Mas será que o salto causa ou piora as varizes nas pernas?

Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (Universidade de São Paulo) comprovaram que o salto alto, principalmente quando utilizado por longos períodos, pode dar origem a varizes e outras doenças venosas como vasinhos, flebites (inflamação de uma veia) e até tromboses.

“O salto alto impede o trabalho do tornozelo e limita a articulação causando o encurtamento da panturrilha. Por conta disso, o músculo não bombeia o sangue corretamente, o que resulta mais sangue estagnado na perna. Esse resíduo pode provocar hipertensão venosa nos membros inferiores, dando origem às varizes”, afirma o cirurgião vascular Dr. Fernando Bacalhau (CRM-SP: 116.809), com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) e membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia (SBLMC).

As varizes são veias inchadas que foram preenchidas com um acúmulo irregular de sangue. Entre as causas estão válvulas defeituosas desde o nascimento e genética, gravidez e tromboflebite. “Permanecer muito tempo em pé pressiona o abdome que pode elevar o risco de surgimento de varizes ou agravar a doença”, explica o Dr. Fernando.

E se você acredita que as varizes só aparecem em mulheres de 50 anos, está muito enganada. Se a sua mãe, avó ou tia tem varizes, aos 20 anos os vasinhos já podem começar a surgir nas pernas e coxas. “Algumas situações favorecem para o surgimento das varizes, como a gestação, obesidade, alteração hormonal, uso de anticoncepcionais, menopausa ou reposição hormonal. Portanto, não existe uma idade certa para que as varizes comecem a aparecer”, comenta o cirurgião vascular.

Dependendo do grau das varizes, elas podem deixar de serem apenas veias tortuosas e causar inchaço, dores nas pernas, descoloração marrom nos tornozelos e até úlceras na pele. “Procure um médico se as varizes estiverem doloridas, se a sua perna estiver inchada, tiver febre e vermelhidão nos membros inferiores”, ressalta o Dr. Fernando.

Pernas lisinhas
Se você não pretendia colocar uma minissaia ou um vestido nesse verão por conta dos vasinhos, deixe isso pra lá! Busque um profissional de sua confiança para iniciar um tratamento a tempo para aproveitar os dias de sol.

“O tratamento para amenizar as varizes pode ser feito a laser que é baseado numa microfibra ótica introduzida na veia doente. Logo após, o laser é disparado no interior do vaso tortuoso. O paciente recebe alta no mesmo dia e a recuperação ocorre entre um ou dois dias”, revela o Dr. Fernando.

As vantagens da cirurgia a laser é que ela é simples e indolor. Já a cirurgia convencional necessita de anestesias e o pós-operatório é de dois a quatro dias.

Evite:

• Permanecer muito tempo em pé;

• Controle o seu peso;

• Faça alongamentos;

• Evite usar salto alto diariamente, pois eles atrapalham a circulação do sangue;

• Tenha cuidado com exercícios como a musculação ou a aeróbica de alto impacto;

• Use meias elásticas;

• Jamais trate as varizes sem o acompanhamento de um cirurgião vascular.



* Dr. Fernando Bacalhau (CRM-SP: 116.809), cirurgião vascular com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) e membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia (SBLMC)


Com informações de Sacha Silveira Assessoria de Imprensa.

Foto: Reprodução Internet.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

5 alimentos que parecem ser saudáveis, mas não são



Evitar o consumo de refrigerante e optar por um suco de caixinha é uma das medidas tomadas por quem busca um corpo perfeito e, obviamente, deseja manter o controle do peso. Mas diferente do que parece, nem todos os alimentos que aparentemente são menos calóricos e mais saudáveis, de fato, são.

Muitos produtos são verdadeiras armadilhas para a silhueta e para a saúde, podendo causar um efeito contrário do prometido. Os famosos sucos de caixinha, por exemplo, contêm excesso de açúcares, corantes e aromatizantes para conservar o produto, mas tais substâncias podem desencadear reações alérgicas em pessoas com asma brônquica.

“Mesmo os sucos em caixinha que são light, podem prejudicar o fluxo intestinal por causa da presença elevada de corantes. E, devido ao processo de industrialização da bebida, muitos minerais, fibras e vitaminas presentes na composição da fruta são desperdiçados. Sendo assim, a função nutritiva do suco já não é mais a mesma”, explica a Dra. Ana Huggler, nutricionista da Global Nutrição.

A nutricionista explica que o suco fresco feito diretamente da fruta é sempre a melhor opção. Porém, precisa ser consumido o quanto antes para que suas vitaminas não sejam desperdiçadas. “Após o preparo, deve ser ingerido no período de 30 ou 60 minutos, já que a vitamina C presente nas frutas se perde com facilidade”, descreve a Dra. Ana, alertando ainda que o consumo precisa ser moderado, pois algumas frutas possuem alto valor calórico.

Além do suco de caixinha, a nutricionista lista outros quatro exemplos. Confira a seguir:

Barra de cereal: indicadas para os lanches nos intervalos entre as grandes refeições por causa do baixo índice calórico e teor de gordura, é preciso ficar atento às especificações nos rótulos de algumas marcas, pois pode haver excesso de açúcares, sódio e gorduras saturadas. Assim como os produtos industrializados, em sua composição possuem muitos conservantes que, quando ingeridos em excesso, prejudicam a funcionalidade do organismo.

Sopas em pó: opção para quem busca uma alimentação rápida, porém, com poucas calorias o consumo com frequência pode acarretar em problemas de hipertensão. Isto porque, em sua composição há uma presença elevada de sódio que pode sobrecarregar os rins e dificultar o funcionamento do coração.

Bebidas esportivas: essas bebidas são indicadas para quem costuma praticar atividade física intensa, porque possuem grandes quantidades de potássio e sódio e funcionam como repositores de eletrólitos. Não são recomendadas para pessoas que estão acima do peso ou que praticam atividades moderados, pois podem contribuir para a elevação do peso.

Pães multigrãos: embora o nome dê a entender que são ricos em fibras e nutrientes importantes para o bom funcionamento do nosso organismo, nem sempre trazem o benefício nutricional promovido por um grão integral, pois muitos são preparados com grãos refinados.



Então, como controlar o peso?

Para obter o controle do peso a indicação é comer de três em três horas e escolher uma alimentação rica em frutas, verduras e legumes aliada à prática de atividades físicas com regularidade. “Na dieta do genótipo, por exemplo, trabalhamos com os alimentos que são mais indicados para o organismo de cada pessoa. Mas para determinar o cardápio, é preciso informações do tipo sanguíneo e medições corporais da pessoa”, afirma a Dra. Ana.
Com isso, cada um se encaixará nos 6 genótipos existentes que são: caçador, coletor, professor, explorador, guerreiro e nômade. “A partir da determinação do genótipo, indicamos os alimentos que ativam ou silenciam os genes responsáveis pelo acúmulo de gordura em excesso. Assim, podemos prevenir o aparecimento de doenças como alterações no colesterol, pressão alta e diabetes”, conclui a nutricionista, Dra. Ana Huggler.

Com informações de Sacha Silveira Assessoria de Comunicação.