terça-feira, 14 de outubro de 2014

Celebridades quase ao natural

Se há um item entre as celebridades que está sempre presente é a maquiagem. Só que, enquanto umas usam com "fervor" e gostam de mostrar o quanto estão maquiadas, outras aparecem com uma make tão natural que parecem não estar usando nada ou quase isso. 

São celebridades com uma beleza natural, que não precisam usar muitos artifícios para realçar a beleza. Dentre as celebridades internacionais, selecionei sete que estão sempre impecáveis, lindas, mesmo com pouca maquiagem. 

Blake Lively sempre linda e com pouca make. Foto: Reprodução. 

Charlize Theron está com a pele impecável e apenas os cílios estão mais marcados com o rímel. O blush e batom mais discretos complementam o look. Foto: Reprodução.

Chloe Grace Moretz sempre linda e graciosa. A beleza da jovem atriz norte-americana são realçadas pela make discreta. Foto: Reprodução. 
Gisele Bündchen dispensa comentários. Sempre linda, a übermodel mostra que é possível estar linda sem carregar na maquiagem. Foto: Reprodução.

De todas as celebs que sempre circulam com fotos sem make, a que está sempre linda é Jessica Alba. Com uma pele impecável, a atriz sabe usar e abusar dos seus artifícios naturais. Foto: Reprodução.

A xará Jessica Biel também não deixa por menos. Linda com muita ou pouca make, a celeb parece gostar mais do estilo natural. Foto: Reprodução.

Nicole Richie, a sétima da nossa seleção, também gosta de aparecer em algumas premiações e eventos com uma make mais simples e discreta. Ponto para ela que tem uma pele invejável. Foto: Reprodução.




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terça-feira, 7 de outubro de 2014

O planeta Facebook



Quero te convidar para conhecer o planeta Facebook. Nesse planeta - muito diferente da Terra - há apenas pessoas de bem com a vida, prestativas, solidárias, que defendem a causa de respeito aos animais. Nesse planeta, somente há honestidade e solidariedade; não há incitações ao ódio, muito menos apoio à corrupção.

Nesse planeta, todos são amorosos um com o outro e apenas querem o bem do seu semelhante. Nesse planeta, todos são amigos, sinceros e verdadeiros. Na verdade, o planeta Facebook é quase um paraíso, porque é um lugar onde todos gostariam de conviver...

Sim, esse meu post é sarcástico, mas apenas para ressaltar quanta hipocrisia há no Facebook. Nas redes sociais, todos são honestos e afirmam que são contra todo tipo de ilegalidade, mas na vida real, gostam de furar filas, passar a frente dos outros, falar mal dos amigos, maltratar a família, não dar atenção aos pais, etc, etc, etc.

Na vida real, muitos cometem pequenos delitos, que não são considerados crimes, mas não divulgam isso no Facebook apenas para manter uma aparência de bacana. Se todos fossem na vida real como se comportam no planeta Facebook, provavelmente, o mundo seria um lugar muito melhor de se conviver.

Do que adianta o usuário seguir etiqueta nas redes sociais, como as dicas desse link, por exemplo, mas na vida real, essa etiqueta não é a mesma? Do que adianta ser uma pessoa super bacana nas redes sociais, que promove a honestidade, mas na vida real confecciona uma carteirinha falsa para pagar meia entrada?

E agora, que estamos em época de eleição, do que adianta cobrar honestidade dos políticos, se você pratica atos desonestos (mesmo que de baixa gravidade) no seu dia a dia? A mudança no Brasil e no mundo que queremos começa em nós mesmos. E como diria Dalai Lama: "Ser honesto para consigo e para com os outros a respeito daquilo que se é ou não capaz de fazer, reduz a nada os sentimentos ligados à falta de confiança".


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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Como perder peso e ficar feliz consigo mesma



Há exatos 33 dias eu iniciei uma dieta um tanto quanto restritiva e dolorosa para mim que sempre gostei de comer bem. A dieta é desintoxicante e você passa inicialmente por um período de três dias nos quais você acha que vai morrer e não vai conseguir ir até o fim. Eu consegui, aos trancos e barrancos, mas consegui e hoje sigo firme na segunda etapa da dieta.

Em um mês, eu perdi 4,5 kg, passando de 68 kg para 63,5; mas o mais surpreendente foi que apenas na cintura, eu perdi 9 cm! Uma perda e tanto. Não vou aqui falar da dieta, pois cada pessoa reage de forma diferente e é bom ter acompanhamento nutricional, mas o mais importante é o foco que você precisa ter para conseguir emagrecer.

Eu me olhava no espelho e apesar de não estar muito gorda (tenho 1,62 e pesava 68 kg, IMC de 25,91 e portanto, considerada acima do peso) eu me sentia muito mal. Sentia que estava perdendo um pouco da minha autoestima por não estar no corpo que sempre almejei. Portanto, não adianta que outros queiram que você emagreça ou que você queira emagrecer para agradar o parceira ou parceira. Esse processo deve ser iniciado por amor a si mesma, caso contrário não dará certo.

Quando comecei a ver resultados, me senti mais forte para continuar, hoje consigo recusar muito bem um pedaço de pudim sem sofrimento, pois sei o que passei até aqui e que a perda de peso, apesar de parecer pouca, já fez bastante diferença. Minhas calças estão largas e o cinto se tornou meu fiel companheiro.

Minha dica é: só inicie uma dieta se realmente estiver disposta a sacrificar por si mesma e querer realmente emagrecer, caso contrário, você ficará naquele longo processo do efeito sanfona que só fará mal a sua saúde.



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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Para puritanos justiceiros do Facebook...

O dançarino DG e a filha Laylla,  de 4 anos (Foto: Reprodução/TV Globo)

Muito tem se falado nos últimos dias sobre as circunstâncias da morte do dançarino Douglas Rafael da Silva Pereira, conhecido como DG. Tenho visto pelo Facebook fotos antigas onde o dançarino aparece próximo a pessoas consideradas “suspeitas” e por conta disso, não são poucos os comentários, como: “Ah, mas ele tinha envolvimento com o tráfico”, “se estava correndo, devia alguma coisa”, “era amigo de bandido”, ou postagens similares. 

Em primeiro lugar, as investigações vão apontar de onde partiu a bala que matou o dançarino e espero que os culpados sejam punidos. Mas o mais importante nesse caso é a hipocrisia que muitas pessoas têm em serem juízes de casos onde elas não conhecem a vítima de fato. 

É muito fácil falar da vida alheia, mas se fosse um irmão seu, como reagiria? Você seria capaz de a sangue frio afirmar que ele mereceu a morte? Que por ser “amigo” de bandidos, sua morte é justificada?
Passado podre todos nós temos e ninguém tem o direito de tirar a vida alheia. Então, antes de julgar sem conhecer, pense em como você gostaria de ser tratado, caso essa mesma tragédia acontecesse com aquele que você ama. 

Essa onda de justiça com as próprias mãos ou com a própria “língua”, onde as pessoas julgam e falam o que bem entendem não terá um bom caminho. Em um mundo onde a vingança, a revolta momentânea, a rebeldia e a justiça a qualquer custo estão imperando, sinceramente me dão medo. Será que as pessoas pretendem voltar à época medieval, onde se fazia justiça com as próprias mãos e a lei do olho por olho, dente por dente prevalecia?

Em que momento, a sociedade atual perdeu seu senso de amor ao próximo e as pessoas ficam felizes com a morte do outro (seja ele culpado ou não)? A mãe do dançarino DG merecia ver o filho morrer tão jovem? É claro que não, mas para alguns puritanos justiceiros do Facebook, a morte dele é justificável já que tinha “amigos” ligados ao tráfico. 

Espero sinceramente que a polícia investigue seriamente de onde partiu o tiro que matou o dançarino, mas ainda mais importante, que os culpados sejam punidos conforme a lei. Que Deus conforte a família do Douglas!


sábado, 26 de abril de 2014

Bilhete a um candidato



“Olhe aqui, Rubem. Para ser eleito vereador, eu preciso de três mil votos. Só lá no Jockey, entre tratadores, jóqueis, empregados e sócios eu tenho, no mínimo mesmo, trezentos votos certos; vamos botar mais cem na Hípica, Bem, quatrocentos. Pessoal de meu clube, o Botafogo, calculando com o máximo de pessimismo, seiscentos. Aí já estão mil.

“Entre colegas de turma e de repartição contei, seguros, duzentos; vamos dizer, cem. Naquela fábrica da Gávea, você sabe, eu estou com tudo na mão, porque tenho apoio por baixo e por cima, inclusive dos comunas; pelo menos oitocentos votos certos, mas vamos dizer, quatrocentos. Já são mil e quinhentos.

“Em Vila Isabel minha sogra é uma potência, porque essas coisas de igreja e caridade tudo lá é com ela. Quer saber de uma coisa? Só na Vila eu já tenho a eleição garantida, mas vamos botar: quinhentos. Aí já estão, contando miseravelmente, mas mi-se-ra-vel-men-te, dois mil. Agora você calcule: Tuizinho no Méier, sabe que ele é médico dos pobres, é um sujeito que se quisesse entrar na política acabava senador só com o voto da zona norte; e é todo meu, batata, cem por cento, vai me dar pelo menos mil votos. Você veja, poxa, eu estou eleito sem contar mais nada, sem falar no pessoal do cais do porto, nem postalistas, nem professoras primárias, que só aí, só de professoras, vai ser um xuá, você sabe que minha mãe e minha tia são diretoras de grupo. Agora bote choferes, garçons, a turma do clube de xadrez e a colônia pernambucana como é que é!

“E o Centro Filatelista? Sabe quantos filatelistas tem só no Rio de Janeiro? Mais de quatro mil! E nesse setor não tem graça, o papai aqui está sozinho! É como diz o Gonçalves: sou o candidato do olho-de-boi!

“E fora disso, quanta coisa! Diretor de centro espírita, tenho dois. E o eleitorado independente? E não falei do meu bairro, poxa, não falei de Copacabana, você precisa ver como ela em casa, o telefone não pára de tocar, todo mundo pedindo cédula, cédula, até sujeitos que eu não vejo há mais de dez anos. E a turma da Equitativa? O Fernandão garante que só lá tenho pelo menos trezentos votos. E o Resseguro, e o reduto do Goulart em Maria da Graça, o pessoal do fórum… Olhe, meu filho, estou convencido de que fiz uma grande besteira: eu devia ter saído era para deputado!”

Passei uma semana sem ver meu amigo candidato; no dia 30 de setembro, três dias antes das eleições, esbarrei com ele na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, todo vibrante, cercado de amigos; deu-me um abraço formidável e me apresentou ao pessoal: “este aqui émeu, de cabresto!”

Atulhou-me de cédulas.

Meu caro candidato:

Você deve ter notado que na 122ª seção da quinta zona, onde votei, você não teve nenhum voto. Palavra de honra que eu ia votar em você; levei uma cédula no bolso. Mas você estava tão garantido que preferi ajudar outro amigo com meu votinho. Foi o diabo. Tenho a impressão de que os outros eleitores pensaram a mesma coisa, e nessa marcha da apuração, se você chegar a trezentos votos ainda pode se consolar, que muitos outros terão muito menos do que isso. Aliás, quem também estava lá e votou logo depois de mim foi o Gonçalves dos selos.

Sabe uma coisa? Acho que esse negócio de voto secreto no fundo é uma indecência, só serve para ensinar o eleitor a mentir: a eleição é uma grande farsa, pois se o cidadão não pode assumir a responsabilidade de seu próprio voto, de sua opinião pessoal, que porcaria de República é esta?

Vou lhe dizer uma coisa com toda franqueza: foi melhor assim. Melhor para você. Essa nossa Câmara Municipal não era mesmo lugar para um sujeito decente como você. É superdesmoralizada. Pense um pouco e me dará razão. Seu, de cabresto, o Rubem.


Crônica de Rubem Braga

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Será que vai dar certo?



Todos nós, em algum momento da vida, passamos por situações onde achamos que estamos em um túnel escuro, frio e vazio, sem enxergarmos o fim. Mas o que fazer nesse momento? Se desesperar? Chorar? Se esconder?

Essas podem ser opções que podem ajudar a aliviar a dor e o estresse, mas para sermos bem realistas, elas não mudam a situação. Também não vamos negar que chorar e desabafar com amigos nos ajuda a restabelecer laços e reconquistar nossa confiança. Mas vale lembrar que ficar parado somente pensando no que fazer não é suficiente.

"Ter esperança não significa ficar “deitado eternamente em berço esplêndido”, (...) mas sim, termos esperança de que tudo vai mudar."

Há momentos em que é necessários agir. Mudar paradigmas. Tecer outra história. Reescrever nossas metas. Contar outros contos. E essas mudanças nos planos e estratégias que nos ajudam a seguir em frente.

Na verdade, esperança é a palavra de ordem. Quando a gente perde a esperança, perde tudo. Como já dizia Charles de Gaulle, “o fim da esperança é o começo da morte.” Ter esperança não significa ficar “deitado eternamente em berço esplêndido”, como parece nos instruir o Hino Nacional Brasileiro, mas sim, termos esperança de que tudo vai mudar.

Quando fazemos a nossa parte, o universo conspira a nosso favor para nos ajudar a mudar aquela situação. E aquele túnel que parecia não ter mais fim, finalmente acaba e podemos enxergar nossos planos e metas se realizando. Então, tenha fé, confie e siga em frente! Seu sucesso só depende de você!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Salto alto pode comprometer as varizes?




Qual é a mulher não resiste ao salto alto? Afinal, ele é responsável por deixar a silhueta elegante, as pernas com aparência de mais torneadas e as baixinhas mais altas. Mas será que o salto causa ou piora as varizes nas pernas?

Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (Universidade de São Paulo) comprovaram que o salto alto, principalmente quando utilizado por longos períodos, pode dar origem a varizes e outras doenças venosas como vasinhos, flebites (inflamação de uma veia) e até tromboses.

“O salto alto impede o trabalho do tornozelo e limita a articulação causando o encurtamento da panturrilha. Por conta disso, o músculo não bombeia o sangue corretamente, o que resulta mais sangue estagnado na perna. Esse resíduo pode provocar hipertensão venosa nos membros inferiores, dando origem às varizes”, afirma o cirurgião vascular Dr. Fernando Bacalhau (CRM-SP: 116.809), com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) e membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia (SBLMC).

As varizes são veias inchadas que foram preenchidas com um acúmulo irregular de sangue. Entre as causas estão válvulas defeituosas desde o nascimento e genética, gravidez e tromboflebite. “Permanecer muito tempo em pé pressiona o abdome que pode elevar o risco de surgimento de varizes ou agravar a doença”, explica o Dr. Fernando.

E se você acredita que as varizes só aparecem em mulheres de 50 anos, está muito enganada. Se a sua mãe, avó ou tia tem varizes, aos 20 anos os vasinhos já podem começar a surgir nas pernas e coxas. “Algumas situações favorecem para o surgimento das varizes, como a gestação, obesidade, alteração hormonal, uso de anticoncepcionais, menopausa ou reposição hormonal. Portanto, não existe uma idade certa para que as varizes comecem a aparecer”, comenta o cirurgião vascular.

Dependendo do grau das varizes, elas podem deixar de serem apenas veias tortuosas e causar inchaço, dores nas pernas, descoloração marrom nos tornozelos e até úlceras na pele. “Procure um médico se as varizes estiverem doloridas, se a sua perna estiver inchada, tiver febre e vermelhidão nos membros inferiores”, ressalta o Dr. Fernando.

Pernas lisinhas
Se você não pretendia colocar uma minissaia ou um vestido nesse verão por conta dos vasinhos, deixe isso pra lá! Busque um profissional de sua confiança para iniciar um tratamento a tempo para aproveitar os dias de sol.

“O tratamento para amenizar as varizes pode ser feito a laser que é baseado numa microfibra ótica introduzida na veia doente. Logo após, o laser é disparado no interior do vaso tortuoso. O paciente recebe alta no mesmo dia e a recuperação ocorre entre um ou dois dias”, revela o Dr. Fernando.

As vantagens da cirurgia a laser é que ela é simples e indolor. Já a cirurgia convencional necessita de anestesias e o pós-operatório é de dois a quatro dias.

Evite:

• Permanecer muito tempo em pé;

• Controle o seu peso;

• Faça alongamentos;

• Evite usar salto alto diariamente, pois eles atrapalham a circulação do sangue;

• Tenha cuidado com exercícios como a musculação ou a aeróbica de alto impacto;

• Use meias elásticas;

• Jamais trate as varizes sem o acompanhamento de um cirurgião vascular.



* Dr. Fernando Bacalhau (CRM-SP: 116.809), cirurgião vascular com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) e membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia (SBLMC)


Com informações de Sacha Silveira Assessoria de Imprensa.

Foto: Reprodução Internet.