segunda-feira, 29 de abril de 2013
{carreira} A profissão mais desvalorizada
Ser jornalista não é uma profissão fácil. A carreira, que já teve seus tempos de glória no qual ter um filho jornalista era quase uma dádiva, hoje vive sua era de desvalorização profissional. Salários baixos, níveis altos de estresse, correria para fechamento e a famosa dupla função estão entre as razões pelas quais, inúmeros jornalistas tem ficado desmotivados com a carreira dos sonhos. E para piorar, uma pesquisa realizada pelo site CareerCast sobre os melhores e piores empregos de 2013, aponta a profissão de repórter de jornal como a última do ranking, atrás até mesmo de lenhador, carpinteiro e comissário de bordo.
Já o primeiro lugar, ficou com a profissão de atuário, profissional que calcula riscos de seguros e valores de planos de previdência, dentre outros. Eles ganham em média US$ 87 mil dólares por ano nos Estados Unidos.
Segundo os organizadores da pesquisa, o trabalho de jornalista é caracterizado por altos níveis de estresse e baixos salários. Quem está no mercado sabe exatamente do que eles estão falando. Outras carreiras da área, como radialista (184º) e fotojornalista (188º), ocuparam posições um pouco melhores, mas nada de forma significativa.
Meu sonho é jornalista. Devo desistir?
“Escolha um trabalho que você ame e você nunca terá que trabalhar um dia em sua vida.” – Confúcio.
A famosa frase desse filósofo chinês já foi falada inúmeras vezes e é uma grande verdade. Quando fazemos aquilo que amamos, trabalhar não se torna um peso, mas uma grande satisfação. Lembro que quando terminava o Ensino Médio, tinha duas opções que queria seguir muito e ambas totalmente diferentes uma da outra: medicina e jornalismo. Acabei optando pelo jornalismo e não me arrependo. Faço o que amo, apesar de saber que o mercado está cada vez mais enxuto.
Não são todos os formados que conseguem emprego na área e muito menos trabalham em televisão, onde o famoso QI impera. Mas é algo que amo, que sei fazer e que dedico o meu tempo para aprender mais e mais com os meus colegas de profissão e claro, com literaturas sobre o assunto.
Mas nem tudo é um mar de rosas. Seu texto está lindo e maravilhoso, mas de repente, no fim do dia, a matéria cai. Ou então seu chefe cisma que ainda não está bom e você precisa refazer, refazer e refazer... O salário é bem baixo. Descobri através de colegas de profissão que chegam a pagar R$ 800 para um profissional. E não pense que isso é somente para os focas, que é como são chamados os iniciantes na carreira. Há inúmeros jornalistas muito bons, “rodados” no mercado, que sabem de muita coisa, tem experiência a perder de vista, mas se submetem a esse ínfimo salário para garantir o próprio sustento.
Por fim, jornalismo é uma carreira de amor e ódio. Amor pela profissão, pelo que fazemos, por pegar uma informação técnica e transformá-la de forma que o leitor/internauta/telespectador/ouvinte entenda. Mas também de ódio, quando recebemos o contracheque no fim do mês e quando somos espremidos até a última gota para elaborar uma matéria. Além de aguentar o humor e bipolaridades dos chefes de redação.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
{diversos} I'm sorry...
Sabe quando você passa uma semana inteira atarefada, correndo de um lado para o outro e até uma ida ao banheiro atrapalha o andamento do trabalho? Pois essa foi a minha situação esta semana e por isso não consegui fazer nenhuma postagem. Peço desculpas pela falta de postagens, mas vamos seguindo em frente. Para finalizar a semana de bem com a vida, que tal apreciar belas fotos? A partir de segunda, força total!!
Fotos: Reprodução.
Fotos: Reprodução.
terça-feira, 16 de abril de 2013
{gente} De mendigo a milionário
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| Will Smith e o filho Jaden em uma das cenas do filme. Foto: Divulgação. |
Provavelmente você deve ter assistido o filme “À procura da felicidade” (The pursuit of happyness), com o astro de Hollywood Will Smith. A obra não se trata de uma ficção, mas é totalmente baseada em fatos reais, e mais grave ainda, o filho de Chris Gardner, que no filme aparenta ter 6 anos, na vida real tinha apenas um ano e meio.
Desempregado, abandonado pela esposa e carregando o filho pequeno em busca de abrigos de sem tetos e até banheiros públicos, era a grande luta de Chris Gardner pela sobrevivência. Mas o que este homem fez para sair de uma situação de miséria total para hoje ter uma fortuna estimada em US$ 600 milhões? Perseverança e muita, muita força de vontade.
Parece até clichê quando falamos da perseverança como o ingrediente fundamental para o sucesso, mas é a pura verdade. Chris não foi “vítima” da sorte, mas sim alguém que buscou com todas as forças mudar a própria história e sair da miséria onde vivia.
Vivendo em San Francisco, na década de 1980, Gardner apostou na venda de equipamentos médicos, mas
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| Livro que inspirou o filme |
todo o dinheiro investido nos produtos não deu resultado. Ninguém comprava e os itens foram encalhando. Certo dia, andando pelo centro da cidade, viu um homem com uma Ferrari procurando vaga para estacionar e impressionado com o carro, ofereceu a própria vaga em troca de duas perguntas: “O que você faz? E como você faz?”. A resposta veio como uma luz no fim do túnel que mostrou a Gardner por qual caminho seguir: “Sou corretor da Bolsa de Valores, vendo ações e faturo US$ 80 mil por mês”, respondeu o dono da Ferrari. Naquele instante Gardner decidiu entrar para o negócio das ações, mesmo sem entender nada, e ficar rico.
Primeiro, ele conseguiu uma vaga como estagiário não remunerado em uma corretora da Bolsa de Valores, mas essa tentativa não deu certo. A pessoa que lhe dava o treinamento saiu da empresa e ele ficou novamente desempregado, com US$ 1.200 em multas de trânsito, que ocasionou em uma prisão temporária, e foi nesse momento que foi abandonado pela esposa.
Gardner tinha apenas 25 dólares no bolso, e sem ter para onde ir, foi com o filho Chris Jr. para um banheiro público na estação rodoviária de Oakland, onde pernoitaram. Essa inclusive, é uma das cenas mais emocionantes do filme.
Depois de muito insistir por uma vaga no mercado das ações, ele conseguiu outra oportunidade no programa de treinamento da corretora Dean Witter Reynolds. Chris continuava sem receber valor algum pelo treinamento e os amigos não sabiam que à noite, ele e o filho dormiam em abrigos para mendigos, banheiros e parques. Somente em 1981, ele conseguiu a licença para operar na Bolsa de Valores. Em seguida, conseguiu um emprego na Bear, Stearns & Company. A partir desse momento, a vida financeira de Chris Garner foi evoluindo até chegar ao patamar atual, onde a fortuna está estimada em US$ 600 milhões.
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| Chris Gardner durante uma conferência nos Estados Unidos. Foto: Reprodução. |
O segredo do sucesso
Como você pode ter visto, conseguir alcançar o sucesso que tanto desejava e poder dar ao filho o conforto que ele tanto buscava não foi uma tarefa fácil. Pela trajetória de Gardner, é possível tirar valiosas lições:
- Em primeiro lugar: Nunca desista dos seus sonhos, por mais distantes que pareçam. Nem sempre a vitória que queremos vem na primeira chance, é preciso insistir e persistir.
- Busque tirar lições dos momentos ruins da vida. No episódio do banheiro, onde pernoita com o filho pequeno, Gardner disse que naquele momento, com apenas 25 dólares no bolso, a chance de começar a beber era alta, mas ele teve outro pensamento: “Neste mundo existem dois tipos de pessoas: aqueles que veem um monte de estrume e o identificam como merda e os que reconhecem ali uma boa quantidade de fertilizantes.” De que forma você tem enxergado seus problemas?
- Trace planos e metas sobre o que deseja conquistar. Se for necessário, busque aprender sobre o ramo que deseja trabalhar. Não basta apenas perseverança, aprender mais sobre o ramo é essencial.
- E por último, mas não menos importante, se a situação apertar e parecer que nada vai pra frente, não se entregue aos problemas. Se permita chorar apenas por um instante, mas não busque no álcool ou em qualquer outra droga lícita ou não, o refúgio para seus dilemas. A diferença entre Chris e muitos outros que não alcançaram o sucesso, foi que ele, ao invés de se entregar aos problemas e culpar os outros pelo fracasso, buscou novas oportunidades até realizar o seu sonho de ter uma Ferrari.
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segunda-feira, 15 de abril de 2013
{moda} Qual a roupa adequada ao ambiente de trabalho?
Há algum tempo, eu li uma matéria em uma determinada revista (não lembro onde), falando sobre a importância do vestuário adequado ao ambiente de trabalho. Fui procurando me informar mais sobre o assunto de tal forma que isso mudou minha maneira de pensar e vestir para o trabalho. Hoje não me vejo mais indo trabalhar com a cara de quem acabou de acordar ou ainda com uma roupa desleixada.
Na matéria, um dos pontos que me chamou mais a atenção foi o fato da entrevistada relatar que perdeu uma promoção na multinacional onde trabalhava por conta da roupa e ela só ficou sabendo disso quando foi conversar com a chefe. Sobre o porquê de não ter recebido a confiança de um cargo maior, a resposta foi bem incisiva, as roupas que ela usava diariamente não condiziam com o cargo almejado.
E ao invés de se lamuriar e lamentar pelo ocorrido, a entrevistada correu atrás do tempo perdido, repaginou o guarda roupa, observou qual tipo de vestuário que a chefe utilizava e pouco tempo depois conseguiu o cargo.
Pode parecer bem preconceituoso o fato das empresas buscarem profissionais vestidos adequadamente
para o cargo que ocupa, mas se pensarmos bem, nosso cartão de visita é a nossa apresentação pessoal. Imagine ir a um gerente bancário e ele estar trajando bermuda daquelas estilo surfista, camiseta e chinelos. Será que sua confiança nele seria a mesma de que o outro gerente trajando terno? Não estamos aqui colocando em xeque a competência de cada um, mas sim a primeira impressão que você terá ao ser recebido por eles.
- Observe como se vestem os demais funcionários que ocupam o mesmo cargo que o seu. Só por essa questão, já dá para ter uma noção da melhor escolha;
- Seu estilo é uma coisa, o vestuário adequado para o cargo é outra. Procure adequar sua personalidade no vestir à sua profissão;
- Cinco itens nunca, em circunstância alguma devem ser usados no local de trabalho, mesmo que você trabalhe numa academia de ginástica: barriga de fora, roupas justas ou curtas demais, decotes generosos e transparências em excesso*;
- Tenha bom senso para descobrir qual o melhor vestuário para o seu cargo. Na dúvida, procure um consultor de estilo que vai te ajudar bastante.
*Quando falamos da transparência, não queremos dizer com isso que nunca poderá ser usada no local de trabalho. Há as suas exceções. Uma camisa de tule, por exemplo, (foto abaixo) é transparente, mas pode ser usada no local de trabalho. Como? Com uma regata preta por baixo. Vai mostrar pouca pele e não vai deixar transparecer vulgaridade ou sensualidade. Já a mesma camisa, sem a camiseta pode ser usada num happy hour com amigos, sem problema algum. Viu como é possível adequar a mesma peça de roupa a ambientes variados? Basta ter sensibilidade e um toque de modernidade.
Fotos: Reprodução.
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