quinta-feira, 11 de abril de 2013

{diversos} O que você faria com 125 milhões de dólares?




O título desse post é bem sugestivo, mas fica a pergunta: o que você faria com todo esse valor? Compraria várias casas? Viajaria pelo mundo todo? Ajudaria diversas instituições? E se com todo esse valor, você comprasse apenas um apartamento? Isso mesmo, apenas um apartamento. Pelo menos esse é o valor de um imóvel tríplex com mais de 1.000 m² em Nova York e esta é a cobertura mais cara da cidade americana. No total, o apartamento possui quatro varandas, cinco lareiras, além de 16 cômodos internos. A cobertura possui vista panorâmica da cidade e o valor de venda, US$ 125 milhões o coloca como o mais caro de Nova York. Ele fica ainda a 150 metros do Central Park.

E para comprar esta mansão, é necessário ainda ser aprovado por um conselho do Pierre Hotel e pagar pelo imóvel em dinheiro vivo. O hotel possui cinco estrelas e possui 75 apartamentos. A manutenção anual custa a cada condômino o valor irrisório de US$ 464.600 e inclui o serviço de quarto. O Hotel possui outros donos milionários conhecidos mundialmente como Mohamed Al Fayed e Tory Burch.

Confira na nossa galeria as fotos do local.





Luxo e requinte fazem parte da decoração do imóvel.

Cobertura fica localizada a 150 metros do Central Park.


Umas das vistas do apartamento.

Apartamento mais caro fica na cobertura do Pierre Hotel. Fotos: Reprodução.



quarta-feira, 10 de abril de 2013

{leitura} O Vestido Rosa




Sinopse
Fernando Lander explora, em “O Vestido Rosa”, toda a sua obsessão pelo tema “viagem no tempo”, enquanto analisa as sociedades contemporâneas. Personagem e autor se confundem numa série de visões do Rio de Janeiro do passado, que incluem a cidade quando oitocentista e até em remota época, livre da presença humana.

O livro contém reflexões de um jovem de 25 anos, atormentado por sua incapacidade de se enquadrar no status quo do mundo nos anos 90 do século XX. Lander coloca em xeque valores como trabalho, dinheiro, relacionamentos, segurança financeira e culturas. O Vestido Rosa mescla ficção e a própria realidade do autor. Apenas não se deve tentar descobrir onde termina uma e começa a outra.


Questionamentos profundos levam à reflexão 

Quando peguei o exemplar deste livro, de imediato o título chamou a minha atenção e despertou a minha curiosidade. O que haveria de tão importante em um vestido rosa para que este se tornasse o título da obra?
Assim como o autor avisa de antemão, há uma mescla de ficção e realidade, mas que ambas se completam perfeitamente. Os pensamentos do autor são colocados de forma que é possível entender o porquê daquele pensamento sem que você se sinta agredido na sua forma de pensar e ver a vida.

Questionamentos profundos feitos através da literatura nos ajudam a refletir sobre a sociedade onde vivemos e de que forma as atitudes do ser humano influenciam diretamente e negativamente na situação atual. Apesar do livro ter sido escrito há 25 anos, o tema é bastante atual e as reflexões em nada se tornaram antiquadas. E é claro, ao final, você consegue compreender perfeitamente a importância do vestido rosa.
São 98 páginas de uma leitura extremamente deliciosa e que te faz viajar no tempo...

Trecho do livro. Fotos: estilomaximo.blogspot.com


terça-feira, 9 de abril de 2013

{gente} Céline: um misto de talento e perseverança




Uma voz potente e singular. Assim podemos definir a cantora canadense Céline Dion. Aos 45 anos, Céline vendeu 175 milhões em vendas de álbuns em todo o mundo e recebeu o prêmio de maior artista feminina de todos os tempos no World Music Awards. Suas músicas, que recebeu influências do pop, rock, música clássica, gospel e R&B alcançou níveis nunca antes imaginados e seu nome e talento são conhecidos em todo o mundo. Pela fama atual, parece até que Céline é uma mulher de sorte, mas na verdade, se você conhecer a história dela de perto, verá que o sucesso é, na verdade, resultado de uma enorme persistência.

Céline nasceu em 30 de março de 1968 e é a mais nova de 14 irmãos. A família de origem pobre, investiu todo o dinheiro que conseguiu juntar na compra de um Pub ("public house", estabelecimento licenciado para servir bebidas alcoólicas). Aos 5 anos de idade, Céline cantou em público pela primeira vez, no casamento do irmão Michael e ali, a família percebeu o talento da pequena notável na música.

Na adolescência, a cantora canadense era excluída pelos amigos da escola, tudo por causa de seu tipo físico. Alta, magra e com dentes tortos, Céline era ignorada e às vezes, até maltratada pelos colegas. Mas era em casa que ela encontrava seu refúgio. Em meio a pobreza, a família sempre permaneceu unida.

Aos 12, Céline participou da composição da música "Ce n'était qu'un rêve" (Foi apenas um sonho, tradução livre), com sua mãe e irmãos. A canção foi gravada numa fita cassete e enviada para René Angélil. O nome do empresário foi descoberto na contracapa de um disco de Ginette Reno, uma das cantoras mais famosas naquela época.

Durante dois dias intermináveis eles não tiveram nenhuma resposta. Decidido a fazer o empresário ouvir a voz da irmã, Michel ligou para René para pedir uma resposta. Assim como qualquer outro empresário musical, ele não tivera tempo de ouvir e admirar a bela voz de Céline, mas assim que ouviu ele soube imediatamente que aquela era uma voz única e que merecia ser amplamente divulgada.

Para financiar lançamento do primeiro álbum de Céline, René fez algo impensável para qualquer americano: hipotecou a própria casa. E o retorno logo foi alcançado, o álbum de estreia La Voix Du Bon Dieu (A voz do bom Deus, tradução livre), se tornou o mais vendido no mercado local e transformou Céline numa estrela instantânea.

Em 1992, os dois álbuns fizeram de Céline a maior estrela do ano no Reino Unido e nos Estados Unidos e ela alcançou o que tanto almejava: entrar para o ramo da música norte-americano e se tornar uma estrela internacional.

Ordem do dia é...
Assim como na história de Céline e de muitas outras celebridades que vamos apresentar aqui nas próximas semanas, a perseverança foi o ingrediente principal para o sucesso. Nem todas as pessoas têm o mesmo objetivo de se tornarem famosas, mas cada um de nós tem um sonho, uma meta, um objetivo a ser alcançado e, independente do sonho, a perseverança é que vai te ajudar a conquistá-lo. Nada na vida do ser humano acontece de forma aleatória ou automática. Na busca pelo sucesso, seja ele profissional, na carreira, na família, na vida pessoal, etc., vale tudo, ou quase tudo. Puxar tapete do outro, não vale. Acreditar em si mesmo, isso vale.

Pense no seu objetivo. Agora pense no que você pode e deve fazer para alcançá-lo. Nem sempre no início a tarefa é fácil. Às vezes é preciso pedir ajuda a alguém para trilhar esse caminho. Por exemplo, você quer muito trabalhar em determinada empresa, mas não conhece ninguém que possa indicá-lo. O que fazer nesse caso? Esperar pacientemente que um dia abra uma vaga e alguém ache seu número “sem querer” na lista telefônica e te convide para uma seleção ou enviar o currículo e se preparar para a entrevista?

Quando visualizar o que deseja, foque no seu objetivo e não desista até alcançá-lo. Procure ver a cada dia o que precisa fazer ou em quê precisa se ajustar para torná-lo realidade. Como diria Johann Goethe:

“Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor.”


Fotos: celinedion.com

segunda-feira, 8 de abril de 2013

{dicas} A elegância no dia a dia



Elegante, entre outros significados, é “aquele que denota boa educação e se caracteriza por boas maneiras”. E essa é uma qualidade que vem sendo deixada de lado ultimamente. Muitas são as pessoas que percebem e reclamam da falta de discrição e gentileza no dia a dia. No transporte público, idosos permanecem em pé, enquanto jovens estão confortavelmente acomodados nos assentos preferenciais; nas filas dos bancos, sempre há aquele “apressadinho” que tenta passar à frente. Nem mesmo as relações via redes sociais têm ficado de fora: há sempre alguém bisbilhotando suas publicações ou fazendo comentários maldosos.

O fato é que o ser humano vem ficando cada vez mais individualista e as famosas palavrinhas mágicas – “desculpe”, “por favor”, “com licença” e “obrigado” – estão se tornando obsoletas. A consequência é um ambiente social hostil e desagradável. Precisamos ter sempre em mente as três qualidades imprescindíveis para um bom convívio social: discrição, gentileza e elegância.

Redes sociais: Evite fazer comentários maldosos ou críticos demais nas postagens alheias. Além disso, nem sempre somos compreendidos nas coisas que escrevemos. Se acha que determinado amigo sempre publica assuntos inconvenientes ou que não lhe agradam, é mais elegante excluí-lo da sua lista do que enchê-lo de comentários desagradáveis. Não são todas as pessoas que recebem uma crítica e de imediato aprendem com ela. É mais provável ganhar um inimigo!


Transporte público: Os assentos preferenciais são voltados para gestantes, pessoas com crianças de colo, idosos e deficientes. Se não tiver ninguém com nenhuma dessas características no momento, o acesso a estes assentos são livres, caso contrário, ceda o lugar. O respeito ao próximo é um dos pilares que garantem a boa convivência.


Uso de telefones celulares, tablets, e demais itens tecnológicos: O uso de recursos tecnológicos facilita bastante no dia a dia, mas é bom usar com moderação. Nunca ouça músicas ou veja vídeos sem o uso do fone de ouvido, afinal, nem todos estão interessados no que você ouve ou assiste. No trabalho, utilize o celular no modo silencioso ou com o volume da campainha baixo. E o principal, durante o encontro com amigos, atenda somente ligações importantes. Quando você interrompe a conversa em qualquer ligação, a impressão que você transmite é de que aquela ligação é mais importante do que a pessoa que está com você naquele momento. 



 Fotos: Reprodução.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

{livro} Os dias no holocausto por uma visão diferente

Fotos: Estilo Máximo.



Sinopse

Anne Frank nasceu em 1929, na Alemanha, filha de um banqueiro e de uma dona de casa. Aos 4 anos de idade, Anne foi obrigada a sair do país com sua família após a chegada de Adolph Hitler ao poder. Em 1942, com a perseguição aos judeus deflagrada também na Holanda, Otto Frank, sua mulher e filhas unem-se a mais quatro pessoas e decidem se esconder dos invasores alemães. Por dois anos, até serem delatados, eles tiveram que viver limitados ao anexo do sótão do escritório de Otto Frank. No esconderijo, o diário de Anne era o único instrumento de liberdade que ela possuía, e, nele, relatou a vida cotidiana do Anexo Secreto, as transformações sofridas por cada um dos que ali residiam e a angústia daqueles dias. Anne Frank morreu de tifo, no campo de concentração Bergen-Belsen, aos 15 anos de idade.


Emoção a cada página

Sei que muitas pessoas ao lerem esse post vai achar que essa seja mais uma crítica nova para um livro antigo. Confesso que me interessei e muito em ler esta obra após assistir o filme Escritores da Liberdade, onde a professora Gruwell conseguiu exemplares para os alunos. Ao ver a reação deles com a leitura, aquilo despertou a minha atenção e me deu a certeza de que era um livro que não poderia faltar no meu hall de leituras.

Anne Frank. Foto Reprodução.

Anne, quando inicia o diário tem apenas 13 anos. É uma menina espevitada, alegre e muito diferente das outras garotas da época. Quando a família precisa se refugiar nos fundos de um prédio, o diário vira seu único refúgio para falar de tudo que pensa e sente sem precisar se incomodar com o que vão achar dela. Além disso, após um pronunciamento de Gerrit Bolkestein, membro do governo holandês, que disse que recolheria após a guerra todos os testemunhos oculares do sofrimento do povo holandês para guardar a história do país, Anne decidiu se dedicar ainda mais ao seu diário, uma vez que a intenção da garota era transformá-lo em um livro. 



Mesmo sendo tão nova, Anne consegue colocar em palavras todos os sentimentos e angústias que permeiam os que sofreram com o holocausto. Ela fala sobre os terrores da guerra, a ansiedade por novos dias onde a liberdade não fosse oprimida e o desejo de ser uma pessoa diferente de seu tempo. Particularmente, em dados momentos da leitura, a impressão que tive era de que um adulto havia escrito boa parte de seu diário, tamanha a sua maturidade e sensibilidade com o sofrimento alheio. Em uma das passagens, por exemplo, Anne diz:



Dá para imaginar que uma menina de 14 anos tenha tamanha sensibilidade para escrever tal coisa? A cada página, novas surpresas, novos fatos, novos acontecimentos, e, sobretudo, o desejo de uma menina que a guerra acabe e ela possa simplesmente ser livre.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

{diversos} Bradley Cooper e suas multifaces




Conhecido pelas atuações na série Alias, O lado bom da vida e pela trilogia do filme Se Beber, Não Case!, Bradley Cooper é um camaleão no quesito mudança capilar. Há algumas semanas ele foi flagrado com bobes rosa nos cabelos e ainda não se sabe ao certo o porquê da mudança. Espero que seja somente para um papel e ele retorne rapidamente ao antigo modelo, que é claro, é muito mais bonito.

Que cabelinho é esse Brad? Foto: Reprodução.


E o resultado final ficou assim:


E antes dessa transformação, Bradley também teve outros momentos, digamos assim, de patinho feio...



Fotos: Reprodução.

{filme} Escritores da Liberdade


A professora Gruwell com os alunos considerados problemáticos por toda a escola. A mudança na vida de cada um deles é emocionante. Foto: Reprodução. 


Sinopse 
Uma jovem e idealista professora chega à uma escola de um bairro pobre, que está corrompida pela agressividade e violência. Os alunos se mostram rebeldes e sem vontade de aprender, e há entre eles uma constante tensão racial. Assim, para fazer com que os alunos aprendam e também falem mais de suas complicadas vidas, a professora Gruwell (Hilary Swank) lança mão de métodos diferentes de ensino. Aos poucos, os alunos vão retomando a confiança em si mesmos, aceitando mais o conhecimento, e reconhecendo valores como a tolerância e o respeito ao próximo.


Um filme emocionante

Uma das cenas do filme. Foto Reprodução.
Em um daqueles momentos em que não há nada passando na tevê, e que você fica passando de canal em canal tentando achar algo de bom para assistir, me deparei com este filme, lançado em 2006 e dirigido por Richard LaGravenese. Logo ao ler a breve sinopse que aparece na TV paga me interessei. E mais ainda por saber que era baseado em fatos reais. Amo filmes assim, porque não é um clichê, mas algo real e que merece ser compartilhado.

O que chama a atenção é a dedicação de uma professora sem experiência alguma, mas com muito tato e sensibilidade que busca ajudar seus alunos a mudarem o próprio futuro. Muitos deles viram parentes e amigos morrerem por brigas de gangues e para eles, a morte é quase certa, só não sabem  quando vai acontecer. 

Professora Erin Gruwell da "vida real". Foto: Reprodução.
Além disso, a professora Gruwell precisa ainda superar o preconceito de diretores e professores que não acreditam na possibilidade de um futuro melhor para os alunos da turma. Com esforço e dedicação ela consegue mudar esse quadro e muitos deles têm suas vidas transformadas pelo poder do amor e perseverança. Ela não desistiu deles! E o sucesso da classe foi tamanha, que o diário que eles escrevem e é mostrado no filme (você precisa assistir para entender), foi transformado em livro e eles lançaram a fundação The Freedom Writers, cuja missão é capacitar educadores e estudantes de impactar positivamente suas vidas e do mundo ao seu redor. Eu indico para todas as pessoas que me perguntam sobre um filme bom para assistir com toda a família.

Já perdi as contas de quantas vezes assisti e me emocionei. E você, já assistiu? O que achou?